Vianna pede liberação, de trabalho nos sábados, aos profissionais do SLU

Deputado lembra que servidores são considerados invisíveis à sociedade e carga horária de trabalho dificulta convívio familiar e social

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Por Kleber Karpov

Durante a sessão da Câmara Legislativa do DF (CLDF)(19/Ago), o deputado distrital, Jorge Vianna (Podemos), pediu ao Governo do Distrito Federal (GDF), a liberação, aos sábados, dos garis do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do DF. Vianna observa que embora esses trabalhadores cumpram carga horária de 44 horas semanais, tais profissionais contam com apenas um dia livre, semanalmente.

Segundo Vianna, ao cumprir tal carga horária, os profissionais do SLU, com apenas uma folga semanal, esses trabalhadores possam têm prejudicado o convívio familiar e social. “Trabalhar na rua, não é nada fácil, debaixo de sol, de chuva, com as adversidades, os animais, enfim. E eles têm um pedido, quase que unânime. Todos trabalham uma carga horária de 44 horas semanais, assim como a maioria dos trabalhadores. Só que eles trabalham todos os sábados. Se você perguntar a qualquer gari, qual o pedido que eles fizessem para nós, ao governo, aos parlamentares é: Libere o sábado.”, disse.

Sob essa ótica, Vianna pediu ao GDF a liberação, aos garis, dos sábados, de modo que os garis possam ter um dia a mais para o convívio familiar e social. O deputado observou ainda que, se houver impossibilidade, que ao menos o GDF, juntamente com os gestores do SLU possam intercalar, de modo a conceder um descanso quinzenal, aos profissionais de limpeza.

“Se ele trabalha todos os sábados, ele nunca vai ter um final de semana completo, sábado e domingo, para fazer um passeio com sua família, ficar com seus amigos, ir em um festa porque no dia seguinte vai ter que trabalhar.”, disse.

O deputado apontou ainda a possibilidade de, em um eventual caso de se intercalar o trabalho quinzenal, aos sábados, que tal dia trabalhado, também pudesse contar com uma remuneração diferenciada. “O ideal seria não trabalhar aos sábados, mas se trabalhar, o ideal seria que fosse um remuneração especial para eles, como se fosse uma hora extra.”, sugeriu.